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Evento

Espetáculo “Mborahéi Rapére” (Ensaio Aberto)

20

jan

17:00

ENSAIO ABERTO DO ESPETÁCULO:
“Mborahéi Rapére – Pelas trilhas do canto”

Local: Estúdio Mawaca
Data : 20 de janeiro de 2018
Horário:  17h
Ingresso: Contribuição espontânea
Endereço: Rua Inácio Borba, 483 (Chácara Santo Antonio)
Mapas: GoogleWaze


Ensaio para o espetáculo “Mborahéi Rapére – Pelas trilhas do canto”.

O espetáculo “Mborahéi Rapére – Pelas trilhas do canto” é um mergulho vivencial na cultura indígena, através da música. É uma releitura de cantos indígenas, em especial os dos Guarani e Kaiowá, explorando suas diversas possibilidades harmônicas, rítmicas, melódicas e cosmológicas, razão pela qual o trabalho cênico-musical se desenvolve também com base em mitos e danças indígenas, considerados tradicionais pelas comunidades. Seus desdobramentos cênicos integram as linguagens do circo, do teatro e da performance. A percepção Guarani e Kaiowá da realidade está presente do começo ao fim do espetáculo e introduz o público aos caminhos da palavra-cantada, a seus símbolos e significados, a suas reinvindicações e à sua beleza. Este caminho principal abre-se para acolher outros caminhos, os dos cantos dos grupos étnicos Mbyá, Huni Kuin, Shipibo e Krahô.

O Grupo Veraju surgiu a partir do interesse de artistas, docentes e estudantes em se aproximar da arte indígena em 2015. O encontro e a partilha entre estas pessoas e as comunidades indígenas Guarani e Kaiowá de Dourados e Douradina mostrou-se bem produtivo, pois inspirou uma profícua criação cênico-musical a partir das matrizes culturais desses povos em diálogo com a do grupo proponente. Essa ação compartilhada resultou num espetáculo situado na interface entre a aldeia e o palco.
Além do aporte das mestras tradicionais das comunidades indígenas, o grupo conta neste processo com a orientação da antropóloga e musicista Graciela Chamorro, da etnomusicóloga Magda Pucci e da artista Arami Marschner, que possibilitaram ao grupo uma introdução ao conteúdo dos cantos e à etnomusicologia aplicada aos cantos indígenas, bem como a orientação técnica para a criação de arranjos vocais e instrumentais e movimentação cênica, que amadurecidos resultaram no espetáculo.
Mesmo contando com essa condução profissional, o espetáculo é resultado de uma ação colaborativa, pois efetivamente cada integrante contribuiu com seu conhecimento e sua sensibilidade para as definições da linguagem do espetáculo.

Ficha Técnica:
Cantores, Cantoras e Instrumentistas:
Arami Marschner, Fabiana Assis Fernandes (percussão), Graciela Chamorro, Gilcacia Gündel, João Otávio Farias (violão), Jaciara Marschner, Juliana Tonin, Letícia Lazarini, Nelson Ramirez (baixo), Michel Stevan Grando, Sorrayla Acosta Parra, Willian Grando (flauta, percussão).

Direção Musical:
Magda Dourado Pucci

Direção Cênica:
Arami Argüello Marschner

Coordenação Geral e Orientação de Etnologia Indígena:
Graciela Chamorro

Criação de Luz:
Rodrigo Bento

Direção de Arte:
Letícia Lazarini

Registro Fotográfico:
Raique Moura

Design Gráfico, Projeção e Vídeo:
Frederico Reis